Educação

Capivari, 24 de maio de 2018

 

Com o intuito de contribuir com a qualidade da Educação Infantil, o Programa Primeiro a Infância, do Fundo Juntos pela Educação, realizou na terça-feira, dia 22, mais um encontro regional, desta vez no município de Piracicaba. O tema central abordado foi a Educação Infantil como Prioridade e o evento reuniu representantes de Capivari e de outras cinco cidades da região: Mombuca, Monte Mor, Rafard, Rio das Pedras e Saltinho.
O fundo conta com a Oficina Municipal, uma organização contratada para a implementação do programa, e é composto também pelo Instituto Arcor Brasil e Instituto C&A.
Estes encontros são importantes para a elaboração de um diagnóstico adequado, para a construção participativa de um PPP (Projeto Político Pedagógico) nas unidades de Educação Infantil. Na primeira etapa, as equipes gestoras de Educação Infantil, nos seis municípios, se dedicaram à formulação do Marco Referencial e Documento Norteador. São os documentos que vão orientar as unidades de Educação Infantil na construção do Projeto Político Pedagógico.
A partir de junho, os municípios vão trabalhar nas duas próximas etapas: a elaboração de um diagnóstico e a mobilização das comunidades escolares para a participação na revisão ou construção dos PPP das unidades de Educação Infantil.
No encontro desta semana, a coordenadora técnica do Programa Primeiro a Infância, Oneide Ferraz Alves, da Oficina Municipal, destacou o papel essencial que tem um diagnóstico aprofundado e detalhado sobre cada unidade de Educação Infantil, para a revisão ou construção do seu PPP. “O diagnóstico deve mostrar a realidade da escola, suas dificuldades e necessidades, mas também os seus potenciais, os recursos existentes que podem ser valorizados e utilizados. Em síntese, o diagnóstico deve apontar os pontos frágeis e os fortes da escola”, observou.
Organizadas em grupos e depois de forma coletiva, as equipes gestoras em Educação Infantil nos seis municípios participantes discutiram os pontos centrais que devem aparecer no diagnóstico, considerando as dimensões financeira, pedagógica e sócio-cultural.
A discussão coordenada por Gustavo Adolfo Santos, vice-diretor da Oficina Municipal, indicou então algumas questões que o diagnóstico de cada escola deve contemplar, como: qual a origem dos recursos financeiros, como são aplicados e como são controlados; qual a concepção de criança que a escola tem, como o espaço físico está adequado ou não às crianças, quais práticas pedagógicas são utilizadas, como estão organizados o mobiliário e os brinquedos; como é a participação das famílias na vida da escola, qual a origem e condição socioeconômica das famílias e seus filhos, quais as peculiaridades culturais da comunidade onde a escola está inserida. Em seguida as equipes de Educação Infantil nos seis municípios debateram formas de mobilizar e motivar as comunidades a participarem da construção participativa do Projeto Político Pedagógico de suas escolas.

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